Cadela é encontrada em frente aos escombros da casa dos tutores três dias após terremoto

A poodle Matilda esperava pelos tutores em frente aos escombros da casa onde moravam (Foto/Divulgação)

O mundo ainda está assustado com a agressividade do terremoto que devastou várias cidades na Itália, de acordo com as agências Efe e France Presse, o número de mortos chega a 290. Mas, em meio à tamanha tragédia e a uma esperança cada vez menor de encontrar sobreviventes, passadas muitas horas desde o ocorrido, eis que acontece um milagre.

Seu nome é Matilda, uma cachorra que apareceu de repente diante dos olhos de seus cuidadores. O poodle branco ainda treme. O cão de cinco anos estava sozinho na parte de fora dos escombros e na frente da sua casa onde lá aguardava esperando seus tutores, que encontraram 64 horas após o terremoto nos escombros de Amatrice. Belardi Francesca, a sobrinha do tutor, agora está à procura de um veterinário que forneça medicamentos para a corajosa Matilda.

Fonte: Razões para Acreditar

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Confira dicas para realizar uma adoção responsável

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Mudar o destino de um animal abandonado é tudo de bom. Mas futuros tutores ainda têm dúvidas sobre o antes e o depois da adoção. Alguns especialistas dão respostas que você precisa.

1. Um animal só pode ser adotado se estiver castrado?

Sim. Mais do que inibir o aumento de animais abandonados, a castração colabora com a boa saúde e qualidade de vida deles.

2. Como prever o comportamento e o tamanho de um animal se não conheço sua origem?

Antes de ser colocado para adoção, ele é tratado, vacinado e castrado. Durante esse processo, a entidade responsável passa a conhecer o bicho. Quando há um traço de personalidade que possa implicar dificuldades de relacionamento, os futuros donos são avisados. Em relação ao tamanho que irá atingir, não se pode afirmar com precisão.

3. Animais que já sofreram maus-tratos são mais agressivos?

Não. Pode acontecer de o animal associar algum comando ou atitude do dono à época dos maus-tratos e, nesse caso, ficar bravo para se defender. As ONGs de adoção realizam trabalhos para recuperar animais traumatizados. Exercícios de adestramento também ajudam. É preciso apenas saber que atitude desencadeia a reação negativa e evitá-la.

4. É melhor adotar um adulto ou um filhote?

Filhotes são como crianças: dão mais trabalho no início, porém, se forem espertos e tiverem incentivo positivo, aprenderão rapidamente. Adultos podem ter adquirido certos hábitos, mas são altamente adaptáveis, tendo muitas vezes a mesma facilidade de aprendizado de um filhote.

5. Como saber se o animal está realmente saudável?

Secreção nos olhos, pelagem opaca, descamação na pele, odor na boca e nas orelhas são sinais de que há algo errado com a saúde de seu amigo. Se ele não apresentar nada disso, ainda assim solicite os laudos médicos. Muitos animais disponíveis para adoção foram vítimas de violência ou passaram por tratamentos de saúde. Na carteira de vacinação de cães devem constar as vacinas antirrábica e V8. Na dos gatos, antirrábica e, se possível, a V3.

6. O animal que já teve outro tutor vai gostar de mim?

Sim. Cães e gatos são adaptáveis e vivem o momento presente. Ao chegarem em uma nova casa não pensarão em seus tutores anteriores ou no lugar em que costumavam ficar. Sendo bem tratados, ficarão calmos e felizes no novo lar.

7. E se eu não me adaptar ao animal ou vice-versa?

Adotar é um compromisso sério. Mas podem, sim, ocorrer problemas. Algumas ONGs criaram alternativas para isso. Deve ser feito o acompanhamento pós-adoção por telefone e e-mail. Desistir do animal não deve ser uma opção: ele sofre com isso.

8. Já tenho um cão ou gato e quero adotar mais um. Como pode ser feita a integração entre dois animais da mesma espécie?

O processo de adaptação pode ser longo e exigir paciência. Profissionais recomendam que cães se conheçam fora de casa, em território neutro. Saia para passear com um deles e peça a outra pessoa que traga o outro. Deixe que se cheirem e estabeleçam a hierarquia. No caso de um ficar agressivo, repreenda-o, mas não deixe de confortar ambos, demonstrando sua vontade de que convivam bem juntos. Na casa, cada um deve ter brinquedos e tigelas próprios. Com felinos, o processo é parecido. Traga o novo gatinho e deixe-o em um ambiente separado. O gato mais velho sentirá o cheiro e, aos poucos, ambos poderão conviver.

9. Qual é o procedimento para adotar um animal?

Cada centro de adoção tem suas regras, mas há medidas comuns a todos. O adotante precisa ser maior de idade e apresentar CPF, Rg e comprovante de residência. Antes de levar o animal para casa, passará por entrevista em que será possível verificar se realmente tem condições de adotar. Feito isso, é preciso assinar um termo de responsabilidade, declarando assumir os cuidados com ele.

Fonte: Imigrante

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Saiba tudo sobre a “tosse dos canis”

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O que é a tosse dos canis?

A traqueobronquite infecciosa canina (chamada de Tosse dos Canis) é uma síndrome respiratória complexa que envolve a ação de agentes virais e bacterianos de forma isolada ou concomitante. É uma doença sazonal, ocorrendo principalmente nos meses frios.

Acomete cães e gatos?

Acomete cães.

O agente que causa uma infecção secundária na Tosse dos Canis, a Bordetella bronchiseptica, pode estar associada ao Complexo Respiratório Felino (uma infecção do trato respiratório), porém, há poucas informações referentes à patogenicidade da B. bronchiseptica em gatos. A importância clínica não é conhecida, uma vez que essa bactéria é isolada de muitos gatos sadios.

Em quais casos a doença pode levar o animal à óbito?

A infecção respiratória causada por agentes virais é frequentemente caracterizada por uma forma branda da doença e pelo surgimento de sintomas agudos de tosse seca, com melhora clínica rápida. Porém, quando há a associação de outros agentes na infecção, como a Bordetella bronchiseptica (uma bactéria), os quadros costumam ser mais graves devido a uma maior lesão do epitélio respiratório, podendo causar agravamento em pacientes acometidos por vírus respiratórios relativamente benignos (como o vírus da parainfluenza). Nesses casos, em que há múltiplos agente envolvidos com infecção bacteriana secundária. O animal pode vir à óbito.

Quais os sintomas?

A tosse pode se apresentar em variados graus e pode haver presença de secreção nasal purulenta. Os sinais podem se agravar caso ocorra infecção secundária, observando-se febre, anorexia e dispnéia. A tosse frequentemente piora com o exercício físico. Pode haver ainda engasgo e ânsia de vômito. Em alguns casos podem ser observadas tonsilite, rinite e conjuntivite, além de pneumonia intersticial ou broncopneumonia.

Como ocorre a transmissão?

As formas de transmissão mais comuns se dão através do contato direto entre cães, ou contato indireto, pelo ar, através de secreções respiratórias (suspensas no ar). Os agentes podem ainda se disseminar rapidamente por fômites (casinha, vasilha, brinquedos e outros objetos), em ambientes intensamente contaminados.

Há formas de evitar a doença? Quais cuidados protetores precisam ter? Existe vacina?

Além da vacinação, é necessário um controle ambiental. Lugares arejados, limpos e com uma baixa densidade de animais são ideais para a prevenção. No caso de suspeita de um animal que esteja infectado, recomenda-se que o animal seja isolado, que não saia para passear e que não habite espaços muito confinados. A desinfecção do ambiente (com hipoclorito de sódio, por exemplo) também é recomendada.

Todos os cães estão passíveis de contrair a doença ou existem raças mais predispostas?

Todos os cães estão passíveis de contrair a doença, porém os mais predispostos são os que vivem ou frequentam locais com alta densidade populacional, como “pet shops”, canis, hotéis e abrigos.

Por que o inverno é comumente o período mais propício para disseminação dessa doença?

Com o frio, é comum que a resistência dos animais diminua. Um sistema imunológico mais fraco facilita a transmissão entre os cães. A baixa umidade do ar resseca as vias aéreas e compromete a proteção natural do nariz, favorecendo a entrada de vírus e bactérias. Além disso, o tempo seco também dificulta a dispersão de partículas e secreções, que ficam suspensas no ar e podem ser inaladas, ajudando na transmissão da doença.

Como é feito o diagnóstico?

A realização de uma anamnese metódica e de um exame físico detalhado são essenciais para obter um diagnóstico eficaz. Informações sobre o habitat do animal, os locais anteriormente visitados, situações anteriores de estresse, contato com animais infectados e o estado vacinal são importantes. Na maioria dos casos clínicos, não se procura um diagnóstico definitivo, mas sim avaliar a gravidade desta doença e a existência de infecções secundárias. Hemograma de rotina e provas bioquímicas são apenas auxiliares para se estabelecer o estado geral do animal e monitorá-lo.

Como é feito o tratamento?

Os casos que não tiverem complicação se resolvem sem tratamento dentro de 4 dias a 3 semanas, dependendo da severidade. Mas o desconforto que a doença causa para os animais e para os proprietários justifica o tratamento. Os cães que possuem sinais persistentes por mais de 2 semanas devem ser avaliados para complicações secundárias ou para a reavaliação do diagnóstico. Normalmente, opta-se por uma terapia de suporte incluindo o uso de antibióticos, corticosteróides, mucolíticos, broncodilatadores ou antitússicos para diminuir a severidade dos sinais clínicos.

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Cachorrinha encontrada em situação de rua precisa de um lar temporário em São Paulo (SP)

Lais da Cruz Leal Santos
lais.santos@ultragaz.com.br

A cachorrinha das imagens foi encontrada vagando pelas proximidades do metro Artur Alvim, na Zona Leste de São Paulo. A cachorrinha é carinhosamente chamada de Vampirinha, mas ela precisa sair das condições de rua e encontrar um lar verdadeiro.

Vampirinha é de porte pequeno, tem em média 6/7kg e aproximadamente 1 aninho, ainda muito novinha. A cachorrinha é simpática, brincalhona e está para entrar no cio, o que agrava sua situação, pois poderá gerar crias indesejáveis e aumentar o número de cãezinhos em situação de rua. Sua condição de saúde está ótima, ela só precisa mesmo é encontrar um lar onde possa viver em segurança, com amor e cuidados.

Caso alguém possa abrir seu coração e oferecer um lar temporário para a cachorrinha, até que ela possa ser adotada ou tenha interesse em adotá-la, entre em contato.

Divulgação Divulgação

Contato: Laís
(11) 96942-6964

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Estudo da USP elenca plantas tóxicas para animais domésticos

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Quem já teve um filhote de cachorro sabe: tudo que cabe dentro da boca, eles mordem. Enquanto os “brinquedos” forem tênis, pés de móveis e meias, o prejuízo será só financeiro. Mas, quando os “arteiros” resolvem atacar o jardim, os problemas podem ser realmente sérios.

Uma pesquisa elaborada por estudantes de medicina veterinária da Universidade de São Paulo (USP)revelou as plantas ornamentais mais tóxicas para os animais. A campeã é a Dieffenbachia sp, mais conhecida como “comigo-ninguém-pode”. “Um terço de uma folha já é capaz de levar à morte um cão de porte médio (de 10 kg a 20 kg). Ela causa uma irritação muito grande das vias respiratórias e fecha a glote. É uma morte muito rápida”, alerta a professora Silvana Lima Górniak, coordenadora da pesquisa e representante do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) no Grupo de Trabalho de Resíduos de Medicamentos Veterinários (GRV-DF) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a pesquisa, os estudantes entrevistaram mais de 40 veterinários de diversas clínicas de São Paulo sobre as ocorrências de animais intoxicados por plantas. As informações, segundo Silvana, foram cruzadas com relatos da internet e de artigos científicos publicados no Brasil e no exterior.

Os tutores de pets não precisam decorar de A a Z quais são as plantas que oferecem perigo. Mas o conhecimento de que algumas espécies ornamentais podem ser prejudiciais à saúde dos mascotes é importante no caso de alguma urgência.

“Os sintomas da intoxicação por plantas podem ser confundidos com os de qualquer outra doença. Então, o que acontece é que os proprietários chegam à clínica com os animais passando mal e não se lembram de mencionar se eles ingeriram alguma planta. Isso pode fazer a diferença no atendimento do veterinário”, explica ela.

Maconha
Além da ingestão de plantas ornamentais, Silvana relata que outra ocorrência relativamente comum é a intoxicação por inalação de fumaça de maconha. “Normalmente, o histórico é de adolescentes ou jovens que se fecham em seus quartos para fumar e levam o cachorro junto”, relata a professora.

O problema é que os cães são sensíveis aos efeitos da droga duas vezes mais do que os humanos. E, se a ciência não conseguiu comprovar malefícios da maconha ao sistema nervoso humano, o mesmo não vale para os cães. “No início, o animal fica completamente perdido, não sabe o que está acontecendo, começa a ficar agressivo com o tutor. Depois, vai dando uma depressão, e, em uma fase posterior, o animal tem convulsões e vem a óbito”, conta Silvana.

Os sintomas de intoxicação por plantas podem também incluir vômitos frequentes, fezes com sangue, tonturas, desmaios, tremores e baba. Diante de sintomas assim, é fundamental levar o animal imediatamente ao veterinário. Dar leite, ou carvão ativado, tentar provocar o vômito ou tomar outras medidas caseiras pode agravar o quadro.

Outros fatores
Venenos: Chumbinho e dicumarínicos, usados como venenos para ratos, são os campeões absolutos em intoxicações.
Chocolate: o cacau contém teobromina, que pode causar convulsões, levar ao coma e à morte.
Gatos: as intoxicações acidentais são bem menos comuns nos felinos, que são mais seletivos com o que comem, ao contrário dos cães.

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Fonte: O Tempo

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Cão bem humorado procura um lar em Ferraz de Vasconcelos (SP)

Nirsa
nirsa@construfios.com.br

(Foto/Divulgação)

O lindo e sorridente cachorro da imagem é carinhosamente chamado de Chico. Ele está em Ferraz de Vasconcelos (SP) e está em busca de uma família. Ele já está castrado e vacinado. Tem muita energia e é ideal para viver em sítios ou grandes propriedades. Interessados em adotá-lo entrem em contato com a Nirsa através do tel: (11) 4677-5088.

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Animais fogem de queimadas e vão para cidades no interior de São Paulo

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Para fugir das queimadas que se espalham pelo interior de São Paulo, animais silvestres começam a invadir áreas urbanas. Na segunda-feira (15), uma jaguatirica foi encontrada no galinheiro de um morador do bairro Agrovila IV, em Caiuá, oeste paulista. O proprietário chamou o Corpo de Bombeiros, mas a jaguatirica fugiu.

Segundo os bombeiros, a mata próxima havia sido atingida por um incêndio, o que pode ter levado o felino a se refugiar no galinheiro.

De 1.º de janeiro até na mesma segunda-feira (15), satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registraram 2.093 focos de queimadas no Estado de São Paulo, 97% a mais que no mesmo período do ano passado, quando aconteceram 1.061.

No dia 27 de julho, em Itapira, uma onça-parda foi encontrada no galinheiro de uma casa no bairro Pinheiros. O animal, sedado e resgatado pela Patrulha Ambiental, estava com a pata traseira queimada.

Em Jundiaí, no último domingo, moradores flagraram exemplares de macaco-prego tentando escapar de um incêndio numa área de vegetação, no acesso a Itatiba. Os primatas se refugiaram nas árvores mais altas, enquanto os bombeiros apagavam as chamas. Na sexta-feira da semana passada, um lobo-guará foi encontrado dentro de uma máquina, numa empresa do parque industrial da cidade. Na noite anterior, um incêndio havia atingido uma área de matas das proximidades.

Inverno
De acordo com o Instituto Caminho das Onças, organização vinculada ao Instituto Chico Mendes (ICMBio), os acidentes com animais silvestres chegam a dobrar no inverno, período em que as matas secam e aumentam as queimadas.

Fonte: Isto É

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Conheça o dia a dia dos bebês elefantes resgatados no Quênia

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Este é o momento delicado em que um bebê elefante ferido é resgatado depois de ter se machucado severamente em uma armadilha de caça.

Reprodução/DailyMail

A imagem mostra a recuperação milagrosa do animal, após ele ter sido transportado por quase 322 km, de onde ele foi encontrado até o David Sheldrick Wildlife Trust, um orfanato para elefantes, no Quênia. É impressionante o quão longe uma equipe de voluntários pode chegar para ajudar esses animais magníficos a se recuperarem de feridas horríveis. Este elefante em particular foi deixado com terríveis feridas na face e nas pernas – mas agora é visto em recuperação e até mesmo fazendo novos amigos.

Reprodução/ DailyMail

Com o Dia Internacional do Elefante (12 de agosto), O David Sheldrick Wildlife Trust celebra a ocasião com um vislumbre na vida dos bebês elefantes órfãos.

Os bebês resgatados chegam ao viveiro severamente traumatizados pelos eventos que causaram a perda de seus familiares, e é papel da equipe de cuidadores ajuda-los a superar esse trauma, informa o Daily Mail.

O diretor executivo do orfanato de elefantes, Rob Branford, diz que “os elefantes, além do sofrimento físico causado pelas lesões, entram em um estado de luto profundo, que pode durar meses. Durante esse período crítico, nem todos os filhotes conseguem ser persuadidos a terem o desejo de viver. Nosso berçário em Nairobi oferece uma base segura e amorosa para cuidar desses órfãos em um momento de grande necessidade”, afirma.

Bebês elefantes órfãos recebem acompanhamento 24 horas por cuidadores do Trust, que caminham com eles pelos arbustos e dormem próximos aos animais durante a noite. Os cuidadores acompanham os filhotes com cobertores para o frio e guarda chuvas para proteção contra o sol e chuva. Eles também são alimentados com uma fórmula de leite especial, que contém todos os nutrientes necessários para o crescimento saudável dos filhotes, desenvolvida pela fundadora do Trust, Daphne Sheldrick DBE.

Reprodução/ DailyMail

Rob afirma que “para um bebê elefante, família é tudo. Os cuidadores do Trust cuidam dos filhotes como se fossem seus próprios bebês humanos, com paciência e amor. Elefantes são animais altamente sociáveis, então nossa família humana é muito encorajada a ter contato físico com os bebês o máximo possível”, afirma. Brandford também diz que “os bebês precisam de estímulo, assim como crianças humanas, e precisam exercitar sua inteligência e memória”, conta.

“Um grande momento de celebração é quando o bebê elefante brinca pela primeira vez, pois é naquele momento em que podemos perceber seu avanço emocional.”

Quando os elefantes estão prontos fisicamente e psicologicamente para relocação, por volta dos 3 anos de idade, eles são transferidos para diferentes santuários de animais, até escolherem retornar à vida selvagem, o que pode demorar até 7 anos. O ecossistema de Tsavo, no Quênia, possui uma área de 64 km² e é o lar da maior população de elefantes do Quênia, e eventualmente lar dos elefantes do Trust.

Reprodução/ DailyMail

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Filhote de tamanduá é encontrado por moradores em Mirandópolis (SP)

Filhote de tamanduá foi resgatado e solto em uma mata (Foto: Reprodução / TV TEM)

Um filhote de tamanduá apareceu na Praça Matriz, no Centro de Mirandópolis (SP). Segundo informações da Polícia Ambiental, os moradores encontraram o animal assustado e pediram ajuda da Polícia Ambiental.

De acordo com a polícia, uma ONG de proteção animal, que resgata animais abandonados na cidade, colaborou no resgate do tamanduá, que estava arisco e agitado.

Imagens do resgate do animal foram enviadas pelo aplicativo da TV TEM. Segundo os bombeiros, a suspeita é que o filhote de tamanduá tenha se perdido da mãe ou que ela tenha sido morta durante um incêndio em um canavial na cidade. O tamanduá foi resgatado e solto em uma mata da região.

Fonte: G1

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